Presidente · Fundador

Rui TVDE

Cinco anos ao volante. Três com empresa aberta. Base em Almada. Fundou a ANFTVDE por uma razão que ainda hoje considera legítima e que toda a gente à sua volta considera hilariante.

Cartaz satírico do Presidente da ANFTVDE com coroa e faixa.
Imagem gerada por IA. Não é uma fotografia.

Ficha

O essencial

5anos ao volante
3anos com empresa
1Jeep
0viagens Comfort

A frustração fundadora

O Jeep não faz Comfort

Durante anos, o Rui conduziu um Mazda. Fiável, económico, discreto. Consumia pouco, cabia em qualquer lugar de estacionamento e — detalhe que na altura ninguém valorizou — fazia Comfort.

Depois veio o salto. O passo em frente. O carro à altura de quem já tinha empresa aberta e se preparava para representar um setor inteiro: um Jeep.

Maior. Mais imponente. Mais caro de manter, de segurar e de abastecer. E, por um critério que a plataforma nunca explicou a ninguém, alojado na categoria base.

Passou a gastar mais em tudo para continuar a receber exatamente o mesmo por viagem.

É este o momento em que nasce o associativismo no TVDE. Não numa assembleia, não num plenário, não numa reunião com o Senhor Ministro — mas no silêncio de um homem que percebe, ao ver a primeira fatura do combustível, que fez o upgrade ao contrário.

As outras frustrações — as comissões, os bloqueios de conta, as tarifas dinâmicas, a proteção social inexistente — vieram todas depois. Importantes, sem dúvida. Mas cronologicamente secundárias.

A posição oficial do Presidente

Questionado sobre o assunto, o Rui mantém a mesma resposta desde 2023:

Eu não comprei o Jeep para fazer Comfort. Comprei o Jeep porque é um Jeep.

Rui TVDE, Presidente

A Direção considera o assunto encerrado. O Rui volta a levantá-lo aproximadamente de três em três semanas.

Percurso

  • Há cinco anos — entra no TVDE. Mazda. Tudo corre bem, o que em retrospetiva foi o problema.
  • Há três anos — abre empresa. Passa a ser simultaneamente patrão e a pessoa de quem se queixa.
  • Há dois anos — o Jeep. A viragem.
  • Desde então — funda a ANFTVDE, adquire um megafone e um colete, e começa a representar o setor a partir de Almada.

Ele já tem o cargo. Faltam sete.

A Direção tem oito lugares e sete continuam vagos. Não é preciso Jeep. Aceita-se Mazda, e até se recomenda.

Ver os lugares vagos